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Ministra promete relatório técnico sobre Bacia do Mondego dentro de 100 dias
publico.pt
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Published about 7 hours ago

Ministra promete relatório técnico sobre Bacia do Mondego dentro de 100 dias

publico.pt · Feb 27, 2026 · Collected from GDELT

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Published: 20260227T190000Z

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“O relatório técnico sobre as cheias na Bacia do Mondego e revisão dos modelos de gestão do risco deverá estar concluído dentro de 100 dias, embora à medida que haja resultados, estes vão sendo transmitidos, disse a ministra do Ambiente e Energia nesta sexta-feira, em Coimbra.“Pedimos à Ordem dos Engenheiros que, à medida que vão tendo resultados, nos vão informando, para que não se esteja à espera de 100 dias para ter os resultados todos”, adiantou Maria da Graça Carvalho, que participou nesta sexta-feira na cerimónia de assinatura do protocolo de colaboração entre a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e a Ordem dos Engenheiros, em Coimbra, para a realização de um relatório técnico sobre cheias na Bacia do Mondego e revisão dos modelos de gestão do risco.O protocolo surge na sequência do comboio de tempestades com intensa precipitação que provocou cheias com impactos significativos, e visa reavaliar o projecto das infra-estruturas do Baixo Mondego e sua eventual adaptação às alterações climáticas.Em declarações aos jornalistas, a governante evidenciou que não se pretende um relatório extenso. “Queremos informações concretas do que é que é preciso ser feito, qual é a obra, para começarmos logo a preparar os procedimentos para lançar a obra, caso ela seja necessária”, sustentou.Segundo a ministra, o estudo, que terá o contributo de cinco especialistas, irá focar-se na análise do que se passou. “Porque é que rompeu o dique no mesmo sítio que se rompeu em 2001, do outro lado, que é exactamente por debaixo da ponte. É preciso perceber a interacção do rio com a ponte, para ver se precisamos de reforçar alguma questão”, acrescentou. O relatório deverá também fazer menção à manutenção, com indicação dos pontos mais importantes para todo o sistema.“Em terceiro lugar pedimos para ver se é preciso fazer uma actualização à própria infra-estrutura, do ponto de vista da engenharia ou da obra, para que esta obra do Mondego seja mais resistente às intempéries que tivemos agora e que nada nos diz que não possamos ter outra vez para o ano”, indicou a governante.Obra desenhada para outro climaO projecto hidráulico da Bacia do Mondego foi desenhado nos anos 1970 e concretizado na década seguinte, traduzindo-se numa ferramenta “que tem tudo, mas que foi desenhada num tempo em que o clima não era o mesmo", comentou o presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), no local.“O clima está diferente. E não é por acaso que, nos últimos 25 anos, em 2001, 2016, 2019 e 2026, tivemos picos de precipitação excepcionais”, sublinhou. Em 2001, “o caudal chegou a 1800 metros cúbicos" e os diques rebentaram em 16 locais (um deles foi para o lado esquerdo, criando uma “situação mais vulnerável”, pela presença de pessoas). Já em 2026, o dique rebentou “para o lado direito, muito próximo do mesmo local [de 2001]”, explicou Pimenta Machado.A precipitação na região de Coimbra este ano atingiu um recorde. Entre 1 de Outubro de 2025 e 16 de Fevereiro de 2026, chegou a 1238 milímetros, salientou Pimenta Machado. “O segundo recorde de precipitação data de 1966”, disse. É “uma situação excepcional”, a que se juntaram "três semanas muito difíceis [a partir de 28 de Janeiro]”, em que a chuva encheu a barragem de Aguieira 3,5 vezes e a barragem das Fronhas sete vezes, sublinhou o presidente da APA.“É indispensável adoptar medidas que minimizem os efeitos de futuras situações climáticas adversas” no rio Mondego, sublinhou a presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Ana Abrunhosa​.“São imperativas intervenções de reparação, reforço e requalificação das infra-estruturas existentes, bem como a avaliação técnica independente da Obra Hidroagrícola do Baixo Mondego, a revisão dos sistemas de monitorização e alerta e a definição de um plano prioritário de intervenção nos diques mais vulneráveis”, salientou a autarca.Estabelecer um plano de manutenção regular da infra-estrutura é outra prioridade que deve ser contemplada, afirmou Ana Abrunhosa. É necessário garantir a desmatação regular dos leitos, a reposição regular das cotas do fundo e a manutenção estrutural dos diques, bem como que se concluam as obras de regularização da foz dos afluentes, sublinhou.A antiga ministra da Coesão Territorial socialista destacou ainda a necessidade de se reformular a estrutura de gestão hidráulica do Mondego e de construir um modelo de gestão hidráulica da bacia, alimentado em tempo real pelos dados de caudal medidos em pontos-chave e pelas previsões meteorológicas.


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