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Fórum dos Leitores
estadao.com.br
Published about 5 hours ago

Fórum dos Leitores

estadao.com.br · Feb 22, 2026 · Collected from GDELT

Summary

Published: 20260222T080000Z

Full Article

Caso MasterR$ 51,8 bilhõesA tragédia provocada (dolosamente) no sistema financeiro nacional por Daniel Vorcaro atinge, até aqui, inacreditáveis R$ 51,8 bilhões (rombo no Fundo Garantidor de Créditos). Para que se tenha uma ideia da master gravidade que esse número representa, o déficit nas contas públicas em 2024 foi de R$ 47,6 bilhões; e, em 2025, foi de R$ 55 bilhões, segundo dados do Banco Central. O mensalão é brincadeira de amadores, se comparado com o masterlão. Milton Cordova JuniorVicente Pires (DF)*Suco de BrasilCertamente, ocorrerão terremotos devastadores nas hostes do governo brasileiro e nas fileiras do órgão mais importante do Poder Judiciário, o Supremo Tribunal Federal (STF), se Daniel Vorcaro, um perigoso e sensível arquivo ambulante, resolver relatar determinadas ramificações ligadas ao escândalo do Banco Master, do qual é pivô. Vamos combinar que tal ameaça é real na medida em que o banqueiro fraudador já perdeu muito – um banco! – e que, nas atuais circunstâncias, pode ser comparado a uma espécie de fera ferida (com permissão de Roberto Carlos e do saudoso Erasmo Carlos) capaz reagir de forma imprevisível e atabalhoada, resultando no lançamento de debris com possibilidades de atingir gente que “tem” de permanecer intocada pelo poder que detém. Fico imaginando, em se tratando desta a Terra de Pindorama, se seria possível surgir a hipótese de compensar Daniel Vorcaro com uma indenização, dentro do contexto de um acórdão com alavancagem para silenciar a indignada, porém inerte, sociedade. Afinal, não é a primeira vez que atos de corrupção são sepultados por aqui. Suco de Brasil.Paulo Roberto GotaçRio de Janeiro*As raízes do caso MasterUma então frondosa, exuberante e promissora árvore frutífera surgiu, cresceu e morreu. Ofereceu sombras protetoras, deu frutos a seus cuidadores, do auge ao corte, e parte dos frutos não tão doces foi ressarcida a quem dela se beneficiou, via mecanismos coletivos. Quando do corte, vários vistosos ramos revelaram a extensão do problema que havia ali. As profundas raízes daquela preciosa seiva – a bruta e a elaborada, por causa de suas dimensões, interação e capilaridade – tornaram-se um sério problema para sua eliminação, se é que ela ocorrerá. O que se vê pelas investigações, narrativas e novos fatos no noticiário se resume a um impensável show de horrores nas raízes do caso do Banco Master: conflitos institucionais, internos e externos, um ecossistema bem estruturado, jogo de empurra, declarações inócuas de apoio, malas de dinheiro guardadas ou voando, silêncios ensurdecedores e preocupantes, entre outras medidas de contenção protetivas, algumas vergonhosas. Fica evidente a existência de vínculos profundos e laços de fidelidade ocultos na rede de relações meticulosamente estruturada. São patentes e perceptíveis, complexos e não superficiais no caso Master. Um visível misto de débitos e créditos e saldos relacionais, redes de proteção costuradas com esmero e precisão, por variadas ferramentas, disponível à cobrança autônoma ou acionada. As raízes de um país democrático estão na confiança nas instituições que a governam, supridas pela seiva fornecida pela sociedade, em forma de recursos, trabalho e votos. Sem a solução das raízes do caso Master, no processo decorrente, poluentes ao País, corremos o risco da rebrota permanente.Luiz A. BernardiSão Paulo*Poder no BrasilA inversão da governançaA reportagem PCC agora tem fiscal de rede social e ‘corregedoria’ interna (Estadão, 19/2) revela um paradoxo assombroso: enquanto o crime organizado se moderniza com auditoria (Setor do Raio X) e compliance para garantir sua unidade, o topo do Judiciário brasileiro caminha na direção oposta. De um lado, a facção criminosa busca previsibilidade e rigor em suas regras internas. Do outro, assistimos ao Supremo Tribunal Federal anular provas do petrolão, perdoar multas bilionárias e ver nomes de ministros citados no escandaloso caso do Banco Master (R$ 52 bilhões). Quando bancas de familiares de magistrados atuam em causas de tamanha magnitude, a moralidade pública é asfixiada. É trágico constatar que a “honestidade funcional” e o cumprimento de normas parecem estar mais presentes na estrutura das sintonias do crime organizado do que na segurança jurídica das nossas cortes superiores. O investidor foge e a sociedade fica órfã de Justiça.José Helio GalesiSão Caetano do Sul*Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br TRAUMAO Supremo e seu valor de face (Estadão, 19/2, A6). Assim como Eugênio Bucci, também fiquei traumatizado com o Decreto-Lei n.º 2, de março de 1996, sobre a troca de moeda. Estudava no grupo escolar (equivalente à parte do primeiro grau), no 3.º ano, iniciando o aprendizado de Aritmética (antigo nome da Matemática), quando, por um decreto-lei, um Cruzeiro Novo passou a valer o mesmo que mil Cruzeiros. Na minha jovem cabeça, eu não conseguia entender como um poderia ser igual a mil.Vital Romaneli Penha Jacareí*CASO MASTERSe quiser ter um pouco de tranquilidade, o ministro Toffoli tem de se aposentar. Além de baixar a poeira no Supremo Tribunal Federal (STF), abre vaga para alguém mais competente e decente, acalma o Senado, traz alívio a Lula e faz com que o processo volte para a primeira instância, de onde não deveria ter saído. Dijalma de CamargoSorocaba*FONTE DE RENDAComo dizia meu tio João: “Quem cabritos vende e cabras não tem, de algum lado lhe vêm.” Celso Francisco Álvares Leite Limeira*EFEITO BUMERANGUEA divulgação, na imprensa, de falas ipsis litteris proferidas em reunião reservada do Supremo Tribunal Federal (STF) acerca da saída de Toffoli da relatoria do caso Master vai além do constrangimento institucional. O ponto central não é o vazamento em si, mas sua capacidade de reconfigurar o terreno jurídico do processo envolvendo o Banco Master, seus fundos e ramificações como o Tayayá. Se a narrativa pública consolidar que a redistribuição ocorreu sob pressão política ou por cálculo reputacional, abre-se espaço para tese defensiva baseada na contaminação do ambiente decisório. Embora a nulidade exija demonstração de prejuízo concreto, a experiência recente indica que, em processos de alta densidade política, o debate pode migrar do plano probatório para o estrutural. O próprio STF estabeleceu esse paradigma ao desconstituir etapas centrais da Operação Lava Jato. Ao reconhecer a suspeição de Moro e ao redefinir competências com fundamento no princípio do juiz natural, a Corte afirmou que a quebra da imparcialidade objetiva ou da competência originária compromete a validade do conjunto dos atos. Não se exigiu apenas dano pontual; admitiu-se que a fragilização estrutural da neutralidade irradiou efeitos em cadeia. Esse precedente foi firmado por ministros que participaram da discussão atual, o que torna o cenário mais sensível à origem do vazamento. Decisões influenciadas por fatores externos ou por preocupação institucional permitem a construção de narrativa compatível com a lógica que sustentou invalidações na Lava Jato. Nesse contexto, os principais beneficiários do vazamento são os réus ligados ao Master, além das estruturas correlatas, que passam a dispor de base argumentativa para suscitar nulidades futuras. O vazamento, portanto, não apenas revela divergências; ele estrutura uma moldura jurídica explorável. Considerando a expertise acumulada no próprio STF, inclusive na formulação de teses que já produziram invalidações estruturais, é legítimo questionar se essa exposição não abre caminho tecnicamente sofisticado para contestações futuras.Oswaldo Colombo FilhoSão Paulo*CÓDIGO DE ÉTICA‘O espírito do curling morreu’: código de honra foi rompido na Itália (Estadão, 18/2, A18). Fazendo a leitura no Estadão, verificamos que, nos Jogos Olímpicos de Inverno, na Itália, o espírito do curling morreu e o código de honra foi rompido. Ao longo do tempo, vários códigos de honra vêm sangrando, não só nesse evento. A honradez é uma qualidade que reflete a integridade, a honestidade e a retidão de uma pessoa, sendo importante para construir uma sociedade justa e equilibrada. Independentemente do tipo de trabalho que todos nós exercemos, temos respectivos códigos de ética. Um advogado, um médico, um jornalista, um marceneiro, um motorista, enfim, todos nós precisamos trabalhar tendo como pilares ações éticas. Lamentavelmente, a cada dia que recebo o nosso jornal Estadão e começo a folhear suas páginas, parece-me aterrador observar que, em muitas informações ali colocadas, a honradez e a ética parecem estar ao largo da questão. Imagine se até membros da Polícia Federal (PF) violaram dados sigilosos de algumas autoridades. Certamente o código de ética e, evidentemente, a honradez da PF não apoiam essas ações, e aqueles identificados responderão por elas. Vale dizer que estamos diante de um verdadeiro apocalipse em que a honra parece ser letra morta. Será que existe a necessidade de autocontenção da virtude republicana do Supremo Tribunal Federal (STF)? Será que esse aspecto não é o óbvio ululante, como diria Nelson Rodrigues? Observamos que o nosso STF está em uma crise de confiança sem precedentes que pode levar a uma erosão irreversível. Viro a página e vejo fotos de magistrados investigados que vendem sentenças há anos. Para piorar ainda mais, essas questões ocorrem no Estado em que os índices de extrema pobreza se concentram, no caso, o Maranhão. Reitero, mais uma vez: estamos diante de um apocalipse. Também assistimos a questões relativas ao Banco Master e ao Banco de Brasília (BRB), que é uma instituição financeira estatal do governo do Distrito Federal. Temos um verdadeiro imbróglio, pois aparentemente envolve pessoas, digamos, importantes, que talvez não tenham interesse em aprofundar as informações sobre todos os envolvidos. Finalizo este texto com uma frase inesquecível que parece ser de autoria do jornalista Sérgio Porto, cujo pseudônimo era Stanislaw Ponte Preta. Seus textos compunham a chamada Febeapá, ou seja, Festival de Besteiras que


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