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EUA ordenam retirada do pessoal não essencial da embaixada em Beirute
rr.pt
Published about 3 hours ago

EUA ordenam retirada do pessoal não essencial da embaixada em Beirute

rr.pt · Feb 23, 2026 · Collected from GDELT

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Published: 20260223T220000Z

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O Departamento de Estado está a retirar pessoal governamental não essencial e os respetivos familiares elegíveis da embaixada dos Estados Unidos da América (EUA) em Beirute, disse esta segunda-feira um alto responsável do Departamento de Estado, a meio de uma tensão militar com o Irão. “Avaliamos continuamente o ambiente de segurança e, com base na nossa mais recente revisão, considerámos prudente reduzir a nossa presença ao pessoal essencial”, afirmou um alto responsável do Departamento de Estado, falando sob condição de anonimato. “A embaixada mantém-se operacional, com a equipa principal no local. Trata-se de uma medida temporária destinada a garantir a segurança do nosso pessoal, mantendo simultaneamente a nossa capacidade de operar e prestar assistência aos cidadãos norte-americanos”, acrescentou o responsável. Já segue a Informação da Renascença no WhatsApp? É só clicar aqui Uma fonte na embaixada dos EUA indicou que 50 pessoas foram evacuadas, enquanto um responsável do aeroporto de Beirute afirmou que 32 funcionários da embaixada, juntamente com familiares, partiram nesta segunda-feira do aeroporto de Beirute. Os EUA reforçaram significativamente a sua presença militar no Médio Oriente, com o Presidente norte-americano, Donald Trump, a avisar na quinta-feira que “coisas realmente más acontecerão” se não for alcançado um acordo para resolver uma disputa de longa data sobre o programa nuclear de Teerão. O Irão ameaçou atacar bases norte-americanas na região caso seja alvo de um ataque. “Caso os funcionários que ocupam cargos de emergência desejem abandonar o posto, deverão rever alternativas para assegurar o preenchimento da função de emergência e consultar, conforme necessário, o Gabinete Executivo do seu gabinete regional”, refere um comunicado interno do Departamento de Estado sobre a retirada. O pessoal restante da embaixada está impedido de realizar viagens pessoais sem autorização prévia e poderão ser impostas restrições adicionais “com pouco ou nenhum aviso devido ao agravamento de questões ou ameaças de segurança”, segundo o aviso. Os interesses norte-americanos foram repetidamente alvo de ataques no Líbano na década de 1980, durante a guerra civil de 1975-1990. Durante esse período, os EUA responsabilizaram o Hezbollah, apoiado pelo Irão, por atentados como o ataque suicida de 1983 contra o quartel-general dos Fuzileiros Navais dos EUA em Beirute, que matou 241 militares, e o atentado suicida de 1983 contra a embaixada dos EUA em Beirute, que causou a morte de 49 funcionários. Quais são as próximas rondas de negociações? Entretanto, o Secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, que tem viagem prevista a Israel no sábado para se reunir com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, mantém essa deslocação nos planos, embora “a agenda permaneça sujeita a alterações”, afirmou o responsável norte-americano. Os EUA pretendem que o Irão abandone o seu programa nuclear, mas Teerão tem recusado firmemente e nega estar a tentar desenvolver uma arma atómica. Porém, Washington considera o enriquecimento de urânio em território iraniano como um potencial caminho para armas nucleares. Já o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araqchi, afirmou no domingo que espera reunir-se com o enviado especial de Trump, Steve Witkoff, em Genebra na quinta-feira, acrescentando que ainda existe “uma boa hipótese” de uma solução diplomática. Ambas as partes continuam profundamente divididas — inclusive quanto ao alcance e à calendarização do alívio das severas sanções norte-americanas — após duas rondas de negociações, disse um alto responsável iraniano à Reuters. Citando responsáveis de ambos os lados e diplomatas do Golfo e da Europa em entrevista à Reuters, Teerão e Washington estão a aproximar-se rapidamente de um conflito militar, à medida que diminuem as esperanças de um acordo diplomático. Seria a segunda vez que os EUA e Israel atacariam o Irão em menos de um ano, após os ataques aéreos norte-americanos e israelitas contra instalações militares e nucleares no passado mês de junho.


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