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Indústria do vidro cai 10 % e impacta as exportaes portuguesas
sol.iol.pt
Published 3 days ago

Indústria do vidro cai 10 % e impacta as exportaes portuguesas

sol.iol.pt · Feb 19, 2026 · Collected from GDELT

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Published: 20260219T184500Z

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A produção europeia de embalagens de vidro caiu cerca de 10% em apenas dois anos, regressando a níveis próximos da crise financeira de 2008–2009. Este foi um alerta lançado pela Federação Europeia do Vidro de Embalagem (FEVE), que pede ação urgente dos líderes europeus para travar a perda de capacidade industrial. "O setor avisa que os elevados custos da energia e o aumento dos encargos associados ao carbono estão a levar ao encerramento de fornos em vários países e podem comprometer cadeias de valor estratégicas para a economia europeia", lê-se num comunicado. “A indústria do vidro de embalagem é um pilar essencial da economia e das cadeias exportadoras portuguesas e europeias, do vinho à alimentação e à cosmética. Num contexto de custos energéticos elevados e crescente pressão regulatória, é fundamental assegurar condições de competitividade que permitam às empresas continuar a investir, inovar e criar emprego, enquanto contribuem para a balança comercial portuguesa”, afirma Tiago Moreira da Silva, presidente da AIVE. A mesma nota adianta que a indústria de vidro de embalagem "desempenha um papel vital na disponibilização de embalagens saudáveis, de uso único ou reutilizáveis, mas sempre infinitamente recicláveis, para setores-chave europeus que representam mais de 140 mil milhões de euros em exportações da União Europeia por ano, cerca de 6% do total das exportações europeias" e que setores como o vinho, as bebidas espirituosas, a alimentação premium, a cosmética e o farmacêutico "dependem fortemente deste material de embalagem". "Portugal, enquanto exportador relevante de vinho, azeite, conservas e outros produtos alimentares de valor acrescentado, integra estas cadeias de valor europeias. A redução da capacidade produtiva no setor do vidro poderá, segundo a FEVE, aumentar a pressão sobre custos e comprometer a competitividade internacional destas indústrias", lê-se ainda. Contudo, "atualmente, a indústria europeia do vidro enfrenta uma forte pressão estrutural. Os custos energéticos na Europa continuam significativamente acima dos registados noutras regiões concorrentes. A este fator soma-se o agravamento dos encargos associados ao Sistema de Comércio de Licenças de Emissão da União Europeia (EU ETS)". E lembra que, com a atualização prevista dos referenciais de emissões em 2026, "algumas empresas poderão enfrentar um aumento substancial dos custos relacionados com o CO₂ já no próximo ano". “Não existe uma Europa resiliente, segura ou forte sem uma indústria europeia forte. O setor do vidro de embalagem está plenamente empenhado em concretizar as ambições europeias em matéria de clima e economia circular, e estamos a investir significativamente em tecnologias de descarbonização” afirma Michel Giannuzzi, presidente da FEVE. “Contudo, a indústria não pode assegurar esta transição sozinha. Os líderes da UE devem agir já para reduzir os custos da energia e do carbono, acelerar o desenvolvimento das redes e simplificar o enquadramento regulamentar”. Por isso, a FEVE defende a adoção de medidas que reforcem a competitividade industrial, como redução dos custos energéticos e de carbono associados; ajustes nas políticas de economia circular que assegurem estabilidade e competitividade, evitando a sobre-regulamentação e reconsiderando opções políticas anteriores, como objetivos excessivamente prescritivos de minimização de embalagens que enfraquecem a competitividade industrial europeia; reforço dos mecanismos de defesa comercial para garantir condições de concorrência justa e leal: "embora os acordos de comércio livre sejam essenciais para permitir o acesso a novos mercados e aumentar as exportações, é necessária uma ação mais firme contra práticas desleais para garantir condições de concorrência equitativas para as indústrias da UE, tanto no mercado interno como nos mercados internacionais, incluindo a proteção contra a fuga de carbono" e ainda incentivos de mercado que estimulem a procura por produtos seguros e fabricados na Europa.


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