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Cremers mantém interdio de setores materno - infantil do HU , em Canoas e prefeitura instaura comissão
correiodopovo.com.br
Published 1 day ago

Cremers mantém interdio de setores materno - infantil do HU , em Canoas e prefeitura instaura comissão

correiodopovo.com.br · Feb 20, 2026 · Collected from GDELT

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Published: 20260220T220000Z

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A medida imposta pelo Conselho Regional de Medicina do RS foi definida em virtude do colapso sistêmico verificado na instituição e busca a proteção dos pacientes internados e da população que busca assistência Mesmo após o prefeito de Canoas, Airton Souza, anunciar a instauração de uma comissão para acompanhar e fiscalizar as ações internas no Hospital Universitário (HU), com um prazo de 30 dias para apresentar os resultados, e divulgar uma nova escala médica completa, o Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul (Cremers) manteve a interdição ética cautelar parcial da instituição de saúde nesta sexta-feira. Desta forma, foram suspensos novos atendimentos nos setores materno-infantil. O HU é referência para mais de 150 municípios gaúchos. "Vamos encontrar, sim, soluções juntos. Somente dando as mãos é que podemos recuperar e tornar esse hospital e a saúde de Canoas referência, de fato e de verdade, para todo o Estado", explicou o prefeito. A medida imposta pelo Cremers foi definida em virtude do colapso sistêmico verificado na instituição e busca a proteção dos pacientes internados e da população que busca assistência. A interdição não tem caráter punitivo, mas protetivo, segundo aponta o Conselho. Os setores interditados são a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal, Centro Obstétrico, Sala de Parto e a Internação Pediátrica. Como motivos principais, o Cremers aponta a existência de vazios assistenciais planejados, a falência técnico-pedagógica da instituição, a coação financeira dos profissionais e o subdimensionamento da equipe médica. As irregularidades foram apuradas por meio de vistorias de fiscalização, análise de documentos e depoimentos de envolvidos. A medida, grave e excepcional, constitui decisão técnica, formal e devidamente fundamentada, baseada em registros formais que evidenciaram insuficiência de cobertura assistencial mínima em setores críticos, especialmente UTI Neonatal e Centro Obstétrico, configurando risco assistencial concreto. De acordo com o Conselho, o HU havia sido notificado, no final de 2025, sobre os graves problemas nas escalas médicas. No auto de interdição, o Cremers acusa a persistência do cenário de caos, agravada por fatos documentados em janeiro e fevereiro de 2026, que configura contumácia, revelia administrativa e dolo eventual da Associação Saúde em Movimento (ASM), gestora do hospital. ASM GARANTE QUE NÃO HOUVE DESASSISTÊNCIA A superintendente da Associação Saúde em Movimento (ASM), Tatiani Pacheco, informou que a Associação recebeu em 19 de fevereiro, às 12h43, o comunicado oficial sobre a decisão de interdição parcial das unidades materno-infantis. "Nós já vínhamos trabalhando num crescente processo de robustez das escalas. Na quinta-feira entregamos a escala formal e completa de todas as unidades. Acreditamos que com essas explicações a gente consiga reverter essa situação. É importante que se diga que neste período da vistoria não teve nenhuma desassistência e nenhum setor esteve descoberto de médicos. O que houve foi o que chamamos de furos na escala, mas de fato todos foram atendidos e nós não temos reclamações dos pacientes nesse sentido", explica. Veja Também- Simers considera grave a situação das escalas médicas do Hospital Universitário, em Canoas- Entidades médicas do RS apontam pressão por atestados e defendem cautela nas emissões- Residentes do HU de Canoas paralisam atividades e ASM diz que instituição não tem credenciamento do MEC- Médicos residentes do Hospital Universitário de Canoas devem parar a partir de quinta-feira saúde interdição cremers materno-infantil prefeitura asm escalas médicas


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